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MANGUALDE "recordar"

Mangualde, no distrito de Viseu, Beira alta, Portugal, cujo foral foi concedido em 1102 pelo Conde D. Henrique. ( todo o conteúdo do blogue é divulgação de pesquisa e não autoria de "MANGUALDE"recordar" )

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Mangualde, no distrito de Viseu, Beira alta, Portugal, cujo foral foi concedido em 1102 pelo Conde D. Henrique. ( todo o conteúdo do blogue é divulgação de pesquisa e não autoria de "MANGUALDE"recordar" )

SOLAR de QUINTELA de AZURARA

Casa de Quintela.jpg

 

A risonha aldeia de Quintela de Azurara também se pode orgulhar de ter entre o seu casario uma casa solarenga onde, ao longo dos tempos, se reuniram os apelidos Morais, Pintos, Melos, Ataídes, Arriagas, Tavares e Cabrais. Trata-se de uma construção, provavelmente medieval, mas reconstruída na 2ª metade do século XVIII. Relatos familiares referem, inclusive, a existência de uma torre que caiu em 1717. Na sua feição actual, a casa não apresenta grandes voos decorativos. Apenas ressaltam as janelas da fachada principal pela cornija curva que ostentam.

Todo o resto se insere no estilo de construir, comum neste tipo de casa. O portão que se lhe encosta à direita é encimado por um frontão de construção recente, ladeado de volutas, onde se cravaram as armas da família com os apelidos Morais e Pintos. Todo este conjunto permite um acesso condigno à casa e à quinta anexa.

A capela foi substituída por um oratório interior que permitia, da mesma forma, manter vivo o culto religioso. Este solar pertenceu a José Tavares d’Athaíde da Cunha Cabral (Foi Presidente da Câmara Municipal de Mangualde nas décadas de 50 e 60 do século XX). Deixou-o em herança a seu sobrinho Eng. João Carlos d’Athaíde e Arriaga Cunha Cabral, que o restaurou e transformou em turismo de habitação.

Dos seus antepassados destacamos, no século XVIII, António Pais Teixeira Cabral, senhor do morgado e prazo de Quintela, casado com D. Rosa Leonor de Morais Pinto Cardoso de Miranda, natural de Rio Torto, Chaves. O referido casamento trouxe para esta família os apelidos Morais e Pintos.”

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CASA DE ALMEIDINHA

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 Este edifício pertencente à família Amaral Osório, visconde de Almeidinha, situa-se mesmo no coração da aldeia de Almeidinha. A primitiva construção deve ter sido edificada em meados do séc. XVI quando Estevão Dias Amaral, representante da varonia dos Amarais da Cunha Alta, aí se fixou. Em 1590 seu filho, Gaspar Pais de Amaral, constrói a capela e em 1610 institui o vínculo do Espírito Santo. Em 1746 Manuel Osório do Amaral, reedificou a capela, colocando numa das paredes uma lápide.


No interior da casa, subsistem ainda painéis de azulejos do séc. XVIII. Todo este conjunto situa-se dentro de uma vasta quinta que ocupa grande parte da aldeia.

Esta casa pertenceu por largos anos a José Carlos Queirós Osório, conhecido popularmente como o «Fidalgo de Almeidinha» embora lhe pertencesse o título de 2º visconde do mesmo lugar. A casa foi classificada como imóvel de Interesse Público em 1978.

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