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MANGUALDE "recordar"

Mangualde, no distrito de Viseu, Beira alta, Portugal, cujo foral foi concedido em 1102 pelo Conde D. Henrique. ( todo o conteúdo do blogue é divulgação de pesquisa e não autoria de "MANGUALDE"recordar" )

MANGUALDE "recordar"

Mangualde, no distrito de Viseu, Beira alta, Portugal, cujo foral foi concedido em 1102 pelo Conde D. Henrique. ( todo o conteúdo do blogue é divulgação de pesquisa e não autoria de "MANGUALDE"recordar" )

Tibaldinho - Galeria subterrânea

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 Na Rua da Soenga, em Tibaldinho, foi descoberta uma galeria subterrânea de mais de 80 metros de comprimento e onde um homem caminha de pé em toda a extensão.

Sabe-se onde começa e ainda não se sabe ao certo onde vai dar. Quem a fez, para que serviu? Tudo é mistério.

 

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Tibaldinho - Solar da Quinta de Santa Eufémia

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 Situada em Tibaldinho, logo à entrada quando se sobe dos Banhos. 

Admite-se que tenha sido construído no século XVIII. Está classificado como Imóvel de Interesse Municipal

 

Desconhecendo-se a data da sua fundação, sabe-se que pertenceu à família dos Amarais e Pessoa, tendo passado por testamento de D. Maria do Patrocínio do Amaral Pessoa a Júlio César de Sande Sacadura Botte, bacharel em Matemática e Filosofia e doutor em Medicina, distinto lente catedrático da Universidade de Coimbra a partir de 1887.

A par da casa existe uma capela dedicada a St.a Eufémia, mandada fazer pela dita D. Maria de Amaral Pessoa, viúva de Pedro Cardoso do Amaral, à qual foi passada licença de bênção a 4 de Novembro de 1711.

O retábulo é rococó da transição para o neoclássico, contudo apresenta um sacrário joanino. O tecto é de caixotões com painéis almofadados.

Aqui foram sepultados, pelo menos, Pe. António Carneiro a 19 de Setembro de 1824 e o Pe. António de Albuquerque a 4 de Fevereiro de 1865.

Existe, igualmente, uma fonte revestida a azulejos e rematada por um pináculo onde se encontra num nicho uma imagem da Virgem Maria com o Menino.

 

 

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Tibaldinho - Cruzeiro da Lama

 

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 o Cruzeiro da Lama tem um papel importante na distribuição da malha viária romana que atravessava Mangualde.

O Cruzeiro da Lama seria o nó a partir do qual as várias ramificações partiriam; não só para o actual concelho de Mangualde, como para o actual concelho de Nelas

1- Saindo do Cruzeiro da Lama passaria por Tibalde, passando entre Fornos do Dão, Vila Garcia e Tabosa dirigindose à Roda, indo dar directamente a Mangualde, na zona de São Cosmado - Ançada - (Em São Cosmado foi encontrada a Placa honorífica que fala do Castellum Araocelensis – que pode ser a Mangualde Romana - passando junto ao sítio onde mais tarde foi construida a Igreja Matriz de Mangualde).

2- Pela zona do Mosteirinho a via seguiria por Lobelhe do Mato, Moimenta do Dão, Gandufe e Espinho e continuando para terras de Senhorim. Mas, na zona de Moimenta do Dão, na nossa opinião, a via bifurcaria em direcção a Mangualde, passando entre Água Levada, Pinheiro de Baixo, Santa Luzia / Santo Amaro, entroncando na zona de Ançada – São Cosmado e entrando em Mangualde. De referir que também nesta linha são abundantes os sítios arqueológicos romanos.

 

 

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Tibaldinho - A Banda - Sociedade Filarmónica de Tibaldinho

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Sociedade Filarmónica de Tibaldinho

 

Em 24 de Dezembro de 1901, enquanto as jovens da terra manufacturavam os, ainda hoje famosos, Bordados de Tibaldinho, eis que um grupo de cinco tocadores se reúne para lhes cantar uma serenata.

Terminada esta, dirigem-se para a igreja e participam na "missa do galo". Sempre bem coordenados pelo Professor Loureiro, é dado o primeiro passo para a formação da hoje denominada Sociedade Filarmónica de Tibaldinho.

Durante todos estes anos foi orientada por vários Mestres, que sempre se entregaram abnegadamente à causa da música, fazendo com que o gosto por esta arte fosse transmitido de pais para filhos e de amigos para amigos.

Os anos vão passando e o principal marco histórico desta Filarmónica acontece quando o Senhor Fernando Pais Loureiro e a sua esposa D.a Maria Gomes Fernandes, com muita generosidade, oferecem o terreno para a construção da sede, sonho realizado com a construção da mesma em 1982.

Fazendo honrar os propósitos dos seus antepassados, há muito que a Sociedade Filarmónica de Tibaldinho demonstra o seu valor através de participações tanto profanas como litúrgicas, percorrendo o território nacional.

 

 

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Tibaldinho - o Bordado de Tibaldinho

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 Trata-se de uma arte secular. Perde-se na bruma do tempo a tradição deste bordado, embora ainda só tenha sido possível identificar exemplares que remontam aos princípios do século XIX (1810-1830).

Segundo António Teixeira de Sousa, terá surgido na casa de Santa Eufémia também referenciada como “Casa de Tibaldinho”.

O saber bordar deu origem a uma nova atividade: bordadeira. Há mais de cento e cinquenta anos que as mulheres de Tibaldinho e de outros lugares da freguesia de Alcafache romperam o círculo fechado de uma magra economia de subsistência, passando a contribuir, com dinheiro obtido com a venda dos bordados, para o sustento familiar. A importância que o bordado tinha na economia familiar é-nos dada pela lenda de que em Tibaldinho “até os homens bordavam”. Estes limitavam-se a facilitar a vida às mulheres para que estas pudessem bordar mais.

Atualmente as bordadeiras executam bordados por encomenda e a gosto do cliente.

Este bordado constitui um caso especial entre os bordados tradicionais portugueses e mais do que uma imagem, um conjunto de pontos e motivos constitui uma atividade a que corresponde um produto, único, pelo seu valor patrimonial e simbólico.

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